Este projeto nasceu da necessidade de
informar aos alunos o porquê de se combater os gatos de energia e quais as suas
consequências negativas para toda a comunidade. Assim, desenvolvi um projeto,
juntamente com o professor Amélio,
professor de Física, e também com a colaboração da professora Lucicleide,
de Sociologia, com o objetivo que os mesmos produzissem um vídeo para ser
passado a todos os alunos das demais séries para, desta maneira, o conhecimento
não ficar preso apenas a um grupo de alunos, pois para mim educação é
transmissão de conhecimentos e quanto mais informado e conscientizado o cidadão,
mais saberá dos seus deveres e saberá reivindicar seus direitos.
Então, dia 21/08/2015 foi realizada uma
aula de campo com a ida ao Museu da Coelba, na Praça da Sé – Salvador/BA, junto
com os colegas acima referidos. Na ocasião, os alunos se cotizaram e pagaram o
transporte para esta visita. Lá ouviram palestras e participaram dos vários
experimentos realizados pelos monitores Alessandra e Davi. Para os alunos
envolvidos na visitação foi um momento radiante, pois alguns não conheciam a Praça
da Sé e o Pelourinho. E com o intuito de ser mais prazeroso, levamos os mesmos
a descer pelo Elevador Lacerda e conhecer um pouco da Cidade Baixa, região do
Comércio. E como a visita foi das 15h30 às 17h, foi possível a realização deste
evento.
A culminância do projeto deu-se com o
vídeo realizado pelos alunos doa 1º anos vespertino no dia 22/09/2015 com a
apresentação do trabalho para toda comunidade escolar.
Isto mostra que se houvesse mais
atividades de campo, os alunos teriam uma motivação a mais em continuar na
escola, pois a escola deve ser um fator de
atração e de prazer e sinto que temos de unir a prática teórica com o nosso
dia-a-dia e atacar a evasão escolar. Vejo a educação desta forma, porém para
que isto aconteça é importante um apoio maior, tanto da comunidade, como dos
órgãos públicos, haja vista que nossos alunos fizeram um sacrifício financeiro
enorme para realização desta atividade, pois não conseguimos o apoio financeiro
de ninguém, somente dos alunos.
Por Deusdete Muniz de Almeida Filho/Professor de
Matemática
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