Nos dias 27 e 28/08/15, os alunos do 2º
ano do Ensino Médio (turnos matutino e vespertino) do Colégio Estadual de Monte
Gordo, participaram de uma aula especial ao fazer uma visitação ao Castelo
Garcia D’Ávila, próximo à Praia do Forte – Mata de São João/BA, Litoral Norte de
Salvador.
O Castelo Garcia D’Ávila, hoje
patrimônio histórico tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico
– IPHAN, é mantido pela Fundação que leva o mesmo nome e se tornou atração
turística na região.
A aula de campo iniciou-se com uma
explanação muito interessante dos guias Ricardo (no dia 27) e Gutemberg (no dia
28) a respeito do início da nossa colonização até chegar na construção da
fortaleza de observação, chamada Casa da Torre e que, posteriormente, recebeu o
título de Castelo por se tratar da única construção com características
medievais nas Américas.
A
construção do castelo, que levou cerca de 70 anos para ser concluída, utilizou
mão de obra indígena, brancos degredados vindos de Portugal e negros da África.
Vale salientar que por trás da visitação há um ponto turístico, mas também
histórico, que é a importância de se conhecer a história daquele que foi o
maior latifúndio das Américas, responsável por parte da expansão do território
brasileiro e do povoamento em torno da propriedade, dando origem a diversas
vilas que posteriormente se tornaram povoados e cidades da região.
Com olhos e ouvidos atentos, os alunos
perceberam a importância do estudo da História e de se manter viva a memória local
e de nosso país. Diferente de apenas ler e imaginar, estar in loco foi de suma importância na compreensão dos fatos históricos
pois, nada é mais eficiente e proveitoso do que vivenciar a história de forma
viva e vibrante!
Participaram dessa atividade extraclasse
os professores Cássia e Joseval, ambos professores de História, Davidson,
professor de Geografia e Fredson, professor de Filosofia, sem deixar de mencionar
o grande incentivo de Licia Mª A. de Carvalho Magalhães e Silvana Giffoni,
respectivamente gestora e vice gestora de nossa Unidade de Ensino, salientando
que sem o incentivo e a compreensão dos gestores não teríamos como realizar as
aulas de campo.
Por Professora Cássia Barros/Historiadora






































Nenhum comentário:
Postar um comentário
Escreva aqui o seu comentário: